As férias podem ser um tempo de pudor, um tempo em que ganhamos distância de todas as urgências que matam o desejo.
As férias podem ser um tempo de pudor. O pudor que falta aos cangalheiros ruidosos que se aproximam da morte sem saberem nada da delicadeza do silêncio. Que falta aos que metralham palavras que não sabem. O pudor que nos falta, quando nos enrolamos em ruídos e abraços possessivos.
As férias podem ser um tempo de respiro e beleza. Em que os nossos braços se abrem sem razão para receber o que o ninguém nos deve. Em que os olhos se abrem à transparência da luz e os nossos pulmões se enchem do vento que sopra.
As férias podem ser férias quando, como loucos, não corrermos sem vagar, sem tempo para sermos encontrados.
Até Setembro!
1 comments:
Gostei muito do blog, já estou te seguindo,
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Continue a levar a mensagem de Jesus a quem mais necessita.
Deus lhe abençoe!
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